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Primeira reunião sementeira do núcleo nacional da Re-Food acontece na Nova SBE

Re-Food

 A antiga aluna Francisca Vermelho BsC´87, vogal da direção dos voluntário e parcerias, juntamente com a Nova SBE, coordena a primeira reunião sementeira do núcleo nacional da Re-Food, no dia 18 de Junho 2015 pelas 19:00h no A120.

 Algumas personalidades juntar-se-ão ao encontro do dia 18 de Junho. É o caso de Luís Figo, em nome da Fundação Luís Figo, dos vereadores Gonçalves Pereira, da Comissão Contra Desperdício Alimentar de CML, e João Alfonso que, para além de fazer também parte da Comissão, tem atualmente a pasta de Acção Social de CML.

A Re-food é um movimento de cidadãos que todos os dias recebe pedidos de novas aberturas. Se por um lado a Re-food entende que é urgente dar resposta às carências das famílias por todo o país, por outro lado é necessário garantir a sustentatibidade do projeto.

A primeira reunião sementeira é um encontro aberto não apenas para os voluntários que já colaboram com o projeto mas também para todos aqueles que tendo algum tempo que queiram dedicar a uma causa, algum talento que queiram pôr ao dispor do projeto ou que apenas pretendam contribuir com valores ou bens ajudando no crescimento de novos núcleos

Decorrido quase um ano de colaboração da Re-food  no programa de voluntariado comunidade Nova dinamizado pelos alunos e coordenado pelo Students’ Development Office, chegou a altura de desafiar os Alumni a participarem também.

Na Re-Food há também oportunidades de parceria para empresas que podem providenciar serviços essenciais e facilitar o crescimento do serviço. Tal como a PLMJ, na área jurídica, a KPMG, em auditoria, a BA&N, em comunicação, entre outros, A Re-Food necessita de momento de parceiros nas áreas da contabilidade, informática, comunicação, logística, e outras.

Antigo aluno MBA´01 Pedro Santos Guerreiro, venceu o prémio de jornalismo económico Santander / Universidade Nova de Lisboa.

2015-06-16-Pedro-Santos-Guerreiro

O Expresso ganhou esta terça-feira (16-06-2015) o primeiro prémio de jornalismo económico Santander / Universidade Nova de Lisboa. O trabalho premiado foi “A Queda de um Santo”, de Pedro Santos Guerreiro, que foi publicado na edição de 19 de julho de 2014 da Revista do Expresso, poucos dias antes da detenção de Ricardo Salgado para prestar declarações e ainda antes do processo de resolução que deu origem ao Novo Banco. Pode ler o texto vencedor AQUI.

O artigo em causa explicava a mudança de regime de poder que estava em curso, construindo a análise sobre como os investidores estrangeiros e “sem rosto” seriam os sucessores do poder antes centralizado em Ricardo Salgado e construído em órbita do Grupo Espírito Santo.

Os prémios Santander / Nova escolhem todos anos três trabalhos de jornalismo económico do ano precedente, elegendo um deles como primeiro prémio, que assim foi atribuído ao Expresso. Os outros dois vencedores são Ana Pimenteljornalista do Observador que triunfou na categoria "mercados financeiros", e Alexandra Machado e Elisabete Miranda, ambas jornalistas do "Jornal de Negócios" e distinguidas na categoria "economia sustentável".

É a segunda vez consecutiva que Pedro Santos Guerreiro vence o prémio de jornalismo económico Santander / Universidade Nova. O diretor-executivo do Expresso fez também parte da equipa que venceu este ano o Prémio Cáceres Monteiro. E conquistou o Prémio Excelência no Jornalismo Económico da Ordem dos Economistas em 2013.

Fonte:Expresso 16-06-2015

Os antigos alunos João Morais Barbosa (BSc ’01) e João Raposo (BSc ’01) lançaram a empresa Reorganiza há um ano atrás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Os antigos alunos, João Morais Barbosa (BSc ’01) e João Raposo (BSc ’01) lançaram a empresa Reorganiza que comemora em Junho de 2015 o seu primeiro ano de atividade. A Reorganiza dedica-se a combater o sobre endividamento e a falta de literacia financeira em Portugal.

São conhecidas as dificuldades das famílias portuguesas na gestão dos seus orçamentos e a sua vulnerabilidade nas decisões de consumo, endividamento e investimento. Assim, é necessária uma postura preventiva (formação) e interventiva (reestruturação financeira) para melhorar a vida financeira das famílias e do país em geral.

Com a sua equipa de 11 pessoas, a Reorganiza tem promovido ações de sensibilização (através da sua marca Dr. Finanças), formações nas principais empresas do país e a reestruturação efetiva de créditos. O resultado até ao dia de hoje está em milhares de pessoas formadas e centenas de famílias que viram a sua vida financeira melhorada, cumprindo assim a missão da empresa de criar maior consciência financeira nas pessoas.

Para mais informações sobre a Reorganiza e seus empreendedores, pode consultar o site em  http://reorganiza.pt e www.doutorfinancas.pt 

Entrevista sobre a reorganiza no site idealista.pt Aqui

 

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Video alumni

 

The Nova SBE Alumni office was created two years ago, with the objective of bringing together 12.000+ alumni around the world.

We take this opportunity to share a short video of the different initiatives we have been developing. Thanks to all that have been part of this project. 

 Keep updated about Nova SBE strategic project by visiting www.novacampaign.pt

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Professor Daniel Traça é o novo diretor da Nova SBE

Daniel Traça

É o primeiro antigo aluno da Nova School of Business and Economics a ocupar o cargo de diretor – Daniel Traça foi eleito diretor da Nova SBE, depois de acumular funções como diretor-adjunto e professor da escola desde 2009.

Daniel Traça licenciou-se em Economia na Universidade Nova de Lisboa em 1990. Após o doutoramente na Universidade de Columbia (Nova Iorque), foi professor no INSEAD (França e Singapura) e na Solvay Brussels School (Bélgica) – esteve fora do país entre 1991 e 2008.

De regresso à Nova SBE por altura da implementação da reforma de Bolonha, desempenhou um papel fundamental na restruturação da oferta académica da escola, antecipando as exigências de um mercado único de Ensino Superior. Como referiu o seu antecessor, José Ferreira Machado, “Daniel Traça foi o grande responsável pela viragem da faculdade em prol e ao serviço dos alunos”, alunos que associam ao “professor” uma “gestão de proximidade”.

O mandato de três anos de Daniel Traça – até 2018 – vai conduzir a Nova SBE a uma nova dimensão, que se materiazará com mudança para novo campus em Carcavelos. “Vamos trabalhar com a qualidade e determinação que nos são reconhecidas para transformar o projeto do novo campus num elemento diferenciador para a economia e sociedade portuguesas. Acredito no papel transformador de um ensino assente na excelência académica, exigência e internacionalização. Uma escola de negócios global em Portugal irá catapultar o talento, empresas e investigação nacional”, afirmou Daniel Traça.

Notícia do FT aqui

Miguel Faria - Bsc´06

Foto Português 26 anos - BCE

É português, mas vive em Nova Iorque, onde está a fazer o doutoramento na New York University. Aos 26 anos, Miguel de Faria e Castro confessa que nunca teve uma plateia do nível daquela que terá hoje em Sintra, onde os olhos de alguns dos maiores banqueiros centrais do mundo vão estar, por momentos, postos em si. Vai falar sobre intervenções dos bancos centrais e financiamento soberano. Em conversa com o Económico, garante que "de todas as medidas não convencionais de política monetária, o ‘quantitative easing' "é o menos orientado para ajuda directa aos Estados". 

Miguel é um dos oito jovens economistas seleccionados para fazer hoje uma apresentação no fórum anual de bancos centrais, organizado pelo Banco Central Europeu (BCE) em Sintra. Vai falar sobre "Intervenções dos bancos centrais, exigência de colaterais e custo do financiamento soberano". O estudo, desenvolvido em conjunto com Matteo Crosignani, da Stern Business School - onde Miguel dá algumas aulas - e com Luís Fonseca, do Banco de Portugal, analisa o impacto de "um conjunto de medidas de política monetária não convencional lançadas pelo BCE no final de 2011 e início de 2012, as LTRO's [Operações de Financiamento de Longo Prazo]". Uma estratégia que, explica, teve "implicações importantes" na gestão da dívida portuguesa, cuja curva de rendimentos sofreu um choque "assimétrico". 

Três anos depois, a autoridade monetária foi mais arrojada e lançou um programa de compra alargada de dívida, o ‘quantitative easing'. Fê-lo para estimular o crédito e combater o risco de deflação, mas pelo caminho ajuda os Estados a financiarem-se a mínimos históricos (ver texto ao lado), motivando críticas de países como a Alemanha. 

Miguel concorda que "indirectamente", o BCE acaba por estar a "apoiar" os Estados. Mas lembra que o BCE já comprou dívida pública em 2011 e 2012 - "tanto o SMP [Securities Markets Programme] como as OMT [Outright Monetary Transactions] foram programas de compra directa e exclusiva de títulos de dívida pública nos mercados secundários" - e lembra que as próprias LTRO ajudaram a "reduzir custos de emissão".

Além disso, o programa do BCE é especialmente importante numa altura em que persistem os rumores de uma saída da Grécia do euro, certo? Mais ou menos. O jovem economista considera que o facto de a moeda única estar hoje "muito mais protegida" de um choque grego se deve mais às "decisões dos próprios agentes financeiros da zona euro, que voluntariamente reduziram as suas exposições à dívida grega". 

No entanto, Miguel não tem dúvidas em concluir que a compra de dívida pelo BCE é positiva. Pode é trazer algumas dificuldades em Setembro do próximo ano, quando chegar a altura de se retirarem os estímulos. "O BCE pode seguir os passos da Reserva Federal e comprometer-se a manter as taxas de juro baixas após a recuperação mesmo depois do fim do programa, mas não é claro se isso será compatível com o seu mandato", avisa.

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